Resolução do Conselho de Ministros 137/2026
Autoriza o Instituto Português do Sangue e da Transplantação (IPST) a gastar até 4 milhões de euros (acrescidos de IVA) na compra de medicamentos derivados do plasma sanguíneo obtido exclusivamente de dadores portugueses. Os encargos distribuem-se por três anos: 1 milhão em 2026, 1,5 milhões em 2027 e 1,5 milhões em 2028. O objetivo é garantir o aproveitamento integral das dádivas voluntárias de sangue para produzir medicamentos destinados a doentes do SNS e de entidades privadas.
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