Portugal controla quem compra empresas estratégicas?

O regime português de análise de investimentos estrangeiros, criado em 2014, cobre apenas energia, transportes e comunicações, ficando aquém do novo Regulamento Europeu (UE) 2026/1386. O novo quadro europeu alarga a fiscalização a semicondutores, inteligência artificial, tecnologias quânticas, matérias-primas críticas e infraestruturas eleitorais, incluindo investimentos feitos por empresas da UE controladas por capitais de países terceiros. Uma proposta recomenda ao Governo que adapte urgentemente a legislação nacional para cumprir estas obrigações.

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